DIA 24 - BERNASCONI- SANTA ROSA: Foram 8h 31m 50s cronometrados no relógio e 8h 31m 12s pedalando(os tempos são praticamente iguais porque o aventureiro desligou o gps e demais acessórios quando pegou a carona de caminhonete quando da quebra do cãmbio de sua bike (veja relato abaixo). A velocidade média foi de 13,1 km/h e a máxima de 48,3 km/h.
A distância total percorrida na jornada foi de 111,92 km. O batimento cardíaco médio foi de 95, o máximo de 122 e o mínimo de 60.
A velocidade média que estava em mais de 15 km/h, cai para miseros 13,1 porque o aventureiro foi obrigado a empurrara bike na rodovia e por cerca de 5 km já em Santa Rosa, em virtude da quebra do câmbio de sua bike.
No hotel do Miguel, o café foi feito na própria quitinete, o que ajudou na saída mais cedo do aventureiro Werner Hennig - às 8 horas da matina, já na estrada, pedalando. A primeira decisão na saída envolve a escolha da roupa a vestir: não pode ser pouca para não passar frio - não pode ser em excesso para não ter que tirar o agasalho no caminho, que depois atrapalha na jornada. Pela manhã estava bastante frio, mas a solução adotada foi aguentar um pouco do frio matinal para poder pedalar com conforto nas horas mais quentes.
Pela primeira vez na jornada, o aventureiro teve vento a favor, o que foi uma agradável surpresa. A velocidade média estava em torno de 15 km/h, o que o fazia pensar que chegaria em Santa Rosa perto das 14 hs. Mas aí, surge o imprevisto - perto do km 103, estourou o rolamento do cubo traseiro da bike.Sacanagem! Lá se foi a alegria de um dia perfeito.
Oito horas da manhã - ainda escuro em Bernasconi na partida de Werner, frente ao luminoso do hotel do agora amigo Miguel.
Chegando à Ruta 35, rumo à Santa Rosa.
Esta é a famosa "roseta", que furou o primeiro pneu de Werner nesta nova aventura.
O acostamento das rodovias nesta região é todo de grama, repleta de rosetas. Então, cada parada que se faz com a bike no acostamento, ao retornar para o asfalto torna-se necessário acurado exame dos pneus. Se restar uma roseta que seja, é pneu furado na certa.
Camino de los chilenos (foto acima)
La rastrillada de los chilenos, camino de los chilenos o rastrillada grande, fue una ruta de la Patagonia y la Pampa usada por los mapuches y otras tribus araucanizadas para transportar a Chile el ganado robado durante malones (tradução: ataques inesperados dos índios) que realizaban en la Argentina. Tuvo su origen en épocas coloniales como ruta de la sal, en el tramo (tradução: trecho) de las Salinas Grandes a Buenos Aires. La migración de grupos mapuches a la región hizo extender la ruta, para el arreo (tradução: adorno) de ganado (tradução: rebanho de vacas) vacuno, desde las salinas hasta los pasos de la cordillera de los Andes en la Provincia del Neuquén, culminando en la ciudades chilenas de Valdivia, Chillán y Los Ángeles.
Sectores del camino de los chilenos y las rastrilladas que convergían a él, sirvieron luego para el telégrafo, ferrocarril y numerosos caminos.
El camino de los chilenos tenía unos 1000 km desde la Provincia de Buenos Aires hasta los pasos cordilleranos neuquinos y atravesaba además las provincias de La Pampa y Río Negro. Hacia el camino troncal convergían muchos otros caminos secundarios.
Com o câmbio quebrado, o jeito foi pedir uma carona e seguir de caminhonete para Santa Rosa (foto acima).

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