Em Três Arroyos, 17 de julho, depois de 125,8 km percorridos (mapa acima), foi dia de manutenção: primeiro na bike, onde foi consertado o câmbio e feito uma solda no bagageiro (fotos abaixo).
Em seguida, consulta a dentista, onde foi detectada uma inflamação no dente do aventureiro. Nada que um antibiótico prescrito pelo profissional não cure em sete dias.
Werner relembra a primeiras viagem, para o Ushuaia, também na Argentina, quando seu único equipamento, além da bike, era uma filmadora. Na presente aventura, leva computador, máquina fotográfica, tripé, filmadora e GPS. Se por um lado a aventura é melhor documentada, por outro lado diminui a produção em termos de quilômetros percorridos. Em Tres Arroyos, por exemplo, deu tempo apenas de tirar a foto da praça central (abaixo).
A bicicleta antiga (foto acima), presa no teto da loja, não pode ser baixada para melhores tomadas fotográficas porque o proprietário alega que se o fizesse as crianças da cidade o deixariam maluco.
Na Argentina, cobra-se o ar que infla os pneus das bicicletas (foto acima). É o estilo europeu de vida: nada é de graça como no Brasil. Por módicos 1 peso, os dois pneus são inflados na oficina ao lado daquela onde o aventureiro consertou sua bike.
Às 18:30h da tarde, após almoçar (foto abaixo) e fazer as compras no supermercado, o aventureiro já estava dormindo. Muito frio, vento contrário e pedalada pede descanso mais cedo...
A jornada do dia 18 de julho, promete ser uma das mais longas até agora. Serão mais de 100 quilômteros pedalando. Segundo Werner, nada demais, se o vento ajudar.


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