Dados do trajeto Eugenio/Mendonza: Tempo na bike: 7h 51m 31s Tempo total no relógio:
9h 15m 04s Média horária: 13,8 km/h Velocidade máxima: 29,0 km/h Distância percorrida: 108,91 km Batimento Cardíaco: média 81 - máxima 110 - minima 53
9h 15m 04s Média horária: 13,8 km/h Velocidade máxima: 29,0 km/h Distância percorrida: 108,91 km Batimento Cardíaco: média 81 - máxima 110 - minima 53
O dia só não mereceu uma nota dez, como nos relata o aventureiro Werner Hennig, porque aconteceram dois pneus furados (o primeiro deles logo após os 5 primeiros quilômetros percorridos). Ele já havia sido advertido ontem (06 de agosto) pelo mecânico, tanto pelos espinhos como pelas felpas de madeiras das indústrias locais. Então, a rotina vai ser essa mesmo.
Werner descobriu um macete: quando os mecânicos dizem que o pneu está ok porque já acharam o causador do furo, ele ainda passa a mão por dentro. Foi o que ele fez ontem, quando achou mais duas felpas de ferro no pneu. Tirou-as e imaginou que estava tudo bem, mas não estava. Logo a seguir o pneu esvaziou. Ele nunca saberá se era uma felpa antiga ou se era uma nova que encontrada na estrada.
Saída de Eugenio Bustos, às oito horas da manhã, com o Fábio, dono do Hotel Nómades.
Segundo dia com foto das montanhas geladas. Segundo o aventureiro, a vontade era mesmo de passar o dia todo tirando fotos dessas montanhas. Apesar da beleza da foto, recomendamos que não o fizesse para não chatear os leitores do blog...
Lá, como aqui, bordéis na beira da estrada, com placa criativa para atrair os passantes. Que fique bem claro que o aventureiro apenas fotografou o imóvel e seguiu na sua jornada...
Nostalgico, Werner lembrou-se de Rio do Sul, sua terra natal, capital do Alto Vale quando identificou na placa do bar, a região do "Alto Vale de Uco" (abaixo).
A frente da loja (acima), com o cardápio oferecido. Nesse mesmo local Werner fez um lanche em 2010. À direita, a bike do aventureiro.
Já em Mendonza, na borracharia, a bike desmontada aguarda o pneu (acima).
O borracheiro mostra pro Werner o pneu da sua bike, onde achou mais um furo. O aventureiro aproveitou e tirou mais uma foto (ao lado).
Esta placa (abaixo) quase causou um acidente grave com o aventureiro. Soltou-se de uma caminhonete, a mais de 100km/h e foi parar no acostamento. Por sorte, Werner já havia sido ultrapassado há alguns segundos. Por pouco ele não é atingido.
Mais uma lembrança da "terrinha": na placa acima, propaganda da WEG de Jaraguá do Sul, na estrada.
Velocidade mínima no trajeto para Mendonza: se pegam o Werner, é multa na certa!
Pela placa na estrada, (abaixo), faltando cerca de 15 km para Mendonza, o aventureiro imagina que terá moleza pela frente: asfalto de primeira. Ledo engano - logo a seguir, na estrada secundária que é obrigado a a pegar, só dava costela de vaca.
Entre o asfalto lisinho......
... e a costela de vaca (e seriam perto de 15 quilômetros com forte vento frontal), o aventureiro não teve dúvidas. Fez o retorno e pegou o asfalto, apesar da proibição da placa.
Já em Mendonza, descansado, Werner posa com novos amigos num Hostel - ao redor do boneco de chapéu: o paulista Paulo e Lídia, sua companheira de viagem. A que faz força para aparecer na foto, à direita, é Laura, recepcionista do Hostel.
Paulo tem uma companhia de teatro em São Paulo que aparece no Google: CIADETEATROYPE
Werner se mostra entusiasmado com os Hostels da Argentina - realmente são locais que facilitam a integração entre os hóspedes. Este de Mendonza é um legítimo Hostel, uma grande família, nas palavras do aventureiro e "um lugar onde se conhece o mundo", nas palavras do Paulo.

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