RESUMO DO DIA: Tempo de bike: 5h 05m 38s; Tempo de relógio: 6h 17m 32s; média horária: 11,3 km/h; Velocidade máxima: 48,6km/h; Batimento cardíaco médio: 92 Máximo: 126 Mínimo: 62; Distância total percorrida: 57,61km
Segundo relato do aventureiro, o dia de hoje foi muito parecido com o anterior. Seguiu pela mesma estrada Ruta 40) e em condições muito semelhantes.
Uma objeto não identificado é detectado pelo aventureiro no pneu da bike, ainda na cabana, antes de iniciar o trajeto de hoje. Imaginou ser uma das famosas rosetas que não têm lhe dado trégua neste Dakar 2012. Tentou tirá-lo com o dedo mas não conseguiu. Usando uma faca, conseguiu extraí-lo e aí, para surpresa sua, o objeto encravado no pneu mostrava apenas uma pequena cabeça de fora e todo o restante estava entranhado no pneu. Resultado: ao sair, o objeto deixou um enorme buraco no pneu, ocasionando seu rápido esvaziamento. O aventureiro considerou o ocorrido um sinal de sorte, pois se tivesse iniciado a viagem com aquele problema no pneu, no meio da estrada, sem recurso nenhum, a situação ficaria realmente muito séria.
Vejam na foto abaixo, onde foi usada uma tampa de caneta como comparativo, o tamanho da tachinha que ocasionou o furo na câmara da bike.
Ainda na cabana onde pernoitou em Potrerillos, Werner Hennig troca a câmara da sua bike. A saga dos pneus furados continua...(foto abaixo)
Na cabana alugada, que pertence a um morador de Potrerillos, Pablo, a quem Werner não conheceu, pois recebeu a chave e efetuou o pagamento de 70 pesos a um funcionário do mesmo, a estante guarda seus objetos, entre os quais máquinas fotográficas e tripé. Foi ali que o aventureiro, conforme combinado, deixou a chave dos aposentos.
Werner lamenta não ter tido oportunidade de trocar experiências com Pablo, que é fotógrafo profissional, como prova a foto abaixo, de sua autoria. Talvez pudesse aprender algo sobre o assunto com ele.
Exótica ponte de estrada de ferro, com placa de advertência sobre sua precariedade: o uso é liberado apenas para veículos leves, como carros e caminhonetes (e naturalmente a bike do aventureiro), sendo a velocidade máxima permitida de 20 km/h
A bike do aventureiro emoldura construções na área semi-desértica ao fundo (foto abaixo).Aparentemente trata-se de uma estação ferroviária abandonada, pois bem próxima a ela situava-se a ponte ferroviária devidamente fotografada e que aparece acima.
Um pescador solitário e sua bicicleta, a 26 km de Uspallata.
Chegando a Uspallata e recebendo os votos de boas-vindas.
Já dentro da cidade, o aventureiro documenta as instalações do Regimento de Infantaria de Montanhas 16 "Caçadores dos Andes", sem ser incomodado pelos soldados.
Na lataria do carro, mais uma menção ao Rallye Dakar,
devidamente emoldurada pela bike do Werner (abaixo, à direita).
Enquanto consertava mais uma câmara furada, o aventureiro assiste a um protesto contra a mineiração que contamina a região de Uspallata em praça da cidade (foto acima).

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