O GPS enlouqueceu nessa jornada (foto acima). Marca um traço em cima do Oceano Atlântico, próximo à África e o outro próximo a sua rota atual. Na África o aventureiro nunca esteve...
Á direita, o roteiro correto, pelo GPS.
O dia foi muito desgastante para o aventureiro Werner Hannig. Dos 80 quilômetros percorridos, perto de 70 quilômentros foram de "costelas de vaca", areião grosso que segura o pneu da bike, etc.
Nos 10 primeiros quilômetros a média horária estava perto de 10km/h. Se permanecesse assim, chegaria em cerca de 9 horas a seu destino. Ms não foi o que aconteceu. A estrada ficava cada vez pior, quanto mais se aproximava de Humada. A vontade era mais de pegar uma carona...
Na saída, perto das 8:00 horas da manhã, Werner tentou tirar uma foto com o policial Maurício que cedeu sua garagem para o aventureiro colocar sua bagagem. Mas a 3 graus abaixo de zero a bateria da máquina fotográfica não funcionou, o que trouxe uma preocupação adicional a Werner: como tirar fotos na travessia dos Andes, quando as temperaturas serão muito inferiores a essa?
O popular "mataburro", tão comum em estradas interioranas do Brasil, também aparece no roteiro do Rali Dakar.
Onze horas da manhã, com sol alto, o aventureiro vai tomar água de sua garrafa e ouve um barulho estranho vindo de seu interior. Intrigado foi olhar e viu um pedaço de gelo dentro (foto acima). às 11 horas da manhã...
Na estrada, os pardais se divertem fazendo buracos. Um há mais no roteiro do aventureiro...(foto abaixo).
Estrada para testar a paciência do aventureiro - muita "costela de vaca" e mata-burros".
Por do sol e a chegada em La Humada.
Resumo da jornada Algarrobo de Aguila/La Humada: tempo no relógio 10h 29m 22s Média horária: 8,7 km/h
Velocidades máxima: 17,7 km/h Trajeto total: 81,65 km
Batimento cardíaco: média 97, máximo 114 e mínima 64 .


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