segunda-feira, 10 de setembro de 2012

DIA 02/09 - DE MARICUNGA A COPIAPÓ

RESUMO DO TRAJETO: Problema generalizado no GPS do aventureiro: marcou apenas o tempo de bike no trajeto: 5h 11m 31s
Esta jornada desenvolveu-se em três etapas. O primeiro trecho, de 40 km, o aventureiro o fez de carona com Bernardo. Isto porque Maricunga está a 3.700 metros acima do mar. O aventureiro então teria que pegar alguns morros nos primeiros 20 km, para atingir os 4.500 metros (algo muito parecido com o ocorrido da Gruta até a divisa do Chile com a Argentina (4.700 m)). Como o vento está contrário (do Pacífico para o Atlântico) ele levaria aproximadamente 5 horas para chegar até o topo. Então ele combinou com Bernardo de pegar uma carona até uns 40 km para a frente, até atingir os 4.500 metros de altitude para então pegar a descida para Copiapó.
Como Bernardo e Patricio estavam se dirigindo a Copiapó, combinaram que Werner pedaladaria o que conseguisse e depois pegaria a carona para Copiapó. E foi o que aconteceu.



O aventureiro posa ao lado de seus amigos Patrício (a  direita do aventureiro, piloto da motoniveladora) e em seguida Bernardo, motorista da caminhonete).
Na foto à esquerda, o equipamento que, acoplado a um caminhão, retira o gelo das estradas. Ao fundo vê-se o caminhão que o acompanha na operação.







O aventureiro posa na frente do enorme caminhão, que possui dois motores. um de 300 hp, para acionar o equipamento que remove o gelo das estradas e outro, atrás, com 700 hp, para empurrar o caminhão. No total, mais de 1.000 hp.




Confortavelmente instalado na caminhonete de Bernardo, o aventureiro dirige-se à Copiapó.

















 De dentro da caminhonete, a foto capta a majestosa montanha, que serve de fundo ao lago andino.









Mais pasagens maravilhosas no roteiro para Copiapó (foto abaixo).

As mineradoras fazem tudo para mostrar que preservam o meio ambiente. Será?






Mesmo no deserto, as flores crescem e o aventureiro faz questão de registrar o fato (foto à esquerda e abaixo).









A estrada, o aventureiro, os Andes e as grandes formações de nuvens ao fundo.


O homem é pequeno ante a montanha da Cordilheira dos Andes.




Os burricos posam para a objetiva do aventureiro, na beira da estrada (foto à esquerda).
Já no lado chileno dos andes, a placa define a Ruta  31 Ferracci, rodovia que une a Argentina ao Chile através do Paso de San Francisco.


Depois de estar a mais de 3.000 metros de altitude, o aventureiro fotografa a que marca 2.500 mteros

A rede elétrica de alta tensão aparecem ao fundo das modestas residências que, apesar da proximidade, não conseguem captar a energia elétrica que por ali passa. As placas solares (3) ao fundo das casas provavelmente abastecem as residências do mínimo de energia que necessitam



Agora, a 2.000 metros de altitude.

Estrada precária e estreita: as placas pedem que se buzine antes das curvas (foto à direita).



Finalmente em Copiapó, Chile, ainda que de carona na caminhonete do Rodrigo...

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