A estratégia do aventureiro para atravessar a Cordilheira pelo Paso de San Francisco é ir pernoitanto nos "refúgios" que o governo argentino disponibiliza para os viajantes, alguns pagos outro não.
Dado o pouco espaço disponível para carregar comida na bike, o aventureiro combinou com seu amigo Jonson, de Fiambalá, que os primeiros turistas que resolvessem se aventurar pelos lados em que se encontra o Werner, levariam sua tradicional alimentação de viagem: salames, ovos, pão, refrigerante e água, para a gruta. Uma excursão de turistas espanhóis seria a primeira, com data marcada, para o dia 30 de agosto. Caso aparecesse outra forma de enviar os alimentos, jonson assim o faria e foi o que aconteceu, - trabalhadores da estatal argentina que cuida das rodovias, subiram no dia 29 e levaram os mantimentos.
Sérios problemas de internet têm dificultado a comunicação com o aventureiro, sendo realizada única e exclusivamente por emails. Então, se a internet está fraca ou não funciona, ficamos sem contato e em consequência, sem notícias. Isso tem gerado desgaste e insatisfação tanto para o Werner quanto para este escriba, mas certamente conseguiremos dar um jeito nisso. O mais complicado que é pedalar na difíceis condições da rota do Rally Dakar, o aventureiro vem conseguindo.
Mais um adesivo da Dakar 2012 (ao lado, à esquerda), desta feita na pick up ao lado da qual o aventureiro posa agachado (foto abaixo).
Ainda em Fiambalá, a placa indica
a distância até o primeiro objetivo do aventureiro, Las Grutas a 177 (foto ao lado).

Na Ruta 60, rumo a Las Grutas (foto abaixo)
Na placa de estrada, a marcação da altitude do local: 1.511 metros acima do nível do mar.
O cemitério à beira da estrada
surpreende o aventureiro, que
resolve clicá-lo. Não há nenhum cerca que o separe da estada, da qual dista menos de 20 metros Foto acima e ao lado).
Completas informações sobre rotas turísticas e de negócios na aridez da Cordilheira (à esquerda e abaixo).
O aventureiro se assuta com o barulho que parece uma tempestade se aproximando e que não levanta poeira: nada de fantasmagórico. O ruído vem de um canal de água, provavelmente oriundo do degelo bdas montanhas (foto abaixo)
Por incrível que pareça, a região inóspita tem numerosos habitantes. Veja as casas nas duas fotos seguintes.
Aproximando-se do Refúgio número 1.
Notem na foto acima, no teto da casa, a antena de um rádio transmissor, usada para emergências dos viajentes. Já imaginaram se fosse assim aqui no Brasil?

Nenhum comentário:
Postar um comentário