quarta-feira, 5 de setembro de 2012

DIA 28/08/2012 - DE REFÚGIO 2 AO REFÚGIO 4




 Trajeto Refúgio 2 ao Refúgio 4: Tempo de bike|: 6h 19m 09; Velocidade média: 10,3 km/h; Velocidade máxima: 44.9 km/h; Distância total percorrida no trajeto: 65,64 km, pela Ruta 60.


O tênis do aventureiro marca o primeiro gelo da Cordilheira dos Andes (foto ao lado).












Na foto abaixo, Werner posa junto ao primeiro gelo encontrado, rumo ao Refúgio 4.

 Os primeiro pontos de gelo na Cordilheiro emocionam o aventureiro (foto acima), bem como as maravilhosas montanhas rochosas (abaixo).






 O Monumento fornece dados detalhados sobre o "Paso de San Francisco", que virá pela frente.

Mapa completo da região Andina
 (acima) e completa planilha
 de informações
turísticas no detalhe ao lado.
  

Patos selvagens nadam tranquilamente em lagoa próxima ao Refúgio 2, em plena Cordilheira dos Andes (foto abaixo).








 À 3.300 metros do nível do mar (veja detalhe da placa abaixo) e a 387 quilômetros de seu mais próximo objetivo: a cidade de Copiapó, no Chile.
 
 O gado pasta em uma região semi-desértica, bem diferente da realidade da geografia brasileira.


 "Ojos del Salado", na placa ao lado, cume a 6.864 metros de altitude,  local onde o aventureiro irá passar em breve.
Ele brinca em me convidar a subir juntos de bike esses "pequenos" montes. Minha resposta: tô fora!


A placa (foto à direita) anuncia o Refúgio
número 3 a 2 km de distância. O aventureiro não se abrigará nesse Refúgio e sim no de número 4.
A cabana (foto abaixo), lá denominada de "refúgio" é construída e mantida pelo governo para abrigar os passantes em casos de emergência ou na eventualidade de pernoites (caso do aventureiro Werner Hennig).



 As deslumbrantes paisagens dos Andes, que lembram imagens de Marte (foto acima).



Ao entardecer, chegando ao Refúgio número 4, onde passará a noite (a placa indica 2 km de distância, na foto à esquerda).








Abaixo, a foto do charmoso Refúgio 4, com a bike do aventureiro à frente.



O aventureiro goza de merecido descanso à beira da lareira, no Refúgio 4, após pedalar 65 km neste trajeto.
Sobre o dormir neste frio violento da Cordilheira dos Andes, o aventureiro nos conta  que com o tempo, vai se acostumando com esta condicao adversa, e isto se torna uma coisa normal> Ele imagina que com a mudança radical de temperatura, o organismo deve criar alguma defesa, sabendo que nao existe nem um tipo de socorro se for preciso. O frio faz também que os os sonhos se tornem muito fortes e intensos.
Bons sonhos por aí, meu amigo!

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