RESUMO DA JORNADA: tempo de bike: 7h 24m 44s: tempo total de relógio: 9h 20m 29s; Velocidade média: 5,5km/h; Velocidade máxima: 29,3 km/h; Distância total percorrida: 41,30km
Vejam que coisa fantástica no GPS do aventureiro: no final da linha que define o trajeto percorrido por ele, aparece a "Laguna Verde", fotografada pelo satélite, no percurso entre a Gruta e Carabineiros.
O aventureiro inicia o relato desta jornada fazendo um "mea culpa" quanto às suas qualidades de repórter, pois sente que não tem conseguido valorizar as coisas maravilhosas que tem feito e visto neste MEU DAKAR 2012. Eu lhe respondo que na vida ninguém consegue ser completo. Ou se é um bom esportista, um artista na arte fotográfica, ou um jornalista. Tudo junto fica difícil....
Segundo Werner, este 31 de agosto foi o dia em esteve mais aprensivo na travessia porque ele desconhecia o Refúgio que o amigo Jonson, de Fiambalá, lhe indicara.Por isso mesmo saiu muito cedo rumo à Carabineiros. Às 7:19h acionou o cronômetro da bike e pôs-se na estrada
Foi uma subida violenta, até os 4.726 metros de altitude, numa média horária baixíssima, de 4,2 km/h, que melhorou um pouco nos últimos 3 ou 4 quilômetros, quando o aclive foi atenuado.
Gelo, e muito frio como atesta a foto abaixo. A bike do aventureiro Werner Hennig comprova sua presença no local.
Às 16:40 horas, o aventureiro, exausto, depois de percorrer apenas 20 quilômetros do lado chileno, chega nos Carabineiros. Sem condições físicas de continuar e procurar o alojamento indicado por seu amigo Jonson, Werner é obrigado a montar acampamento ao lado da casa dos Carabineiros chilenos.
Será uma longa noite de frio, ao relento e em plena Cordilheira, como mostra a foto à esquerda (onde aparece, além da bike, o saco de dormir do aventureiro).
E pensar que se a casa estivesse aberta (foto abaixo), Werner poderia ter uma agradável noite de sono e recuperar-se para a jornada de amanhã, que promete ser tão difícil quanto a de hoje.
Foi uma subida violenta, até os 4.726 metros de altitude, numa média horária baixíssima, de 4,2 km/h, que melhorou um pouco nos últimos 3 ou 4 quilômetros, quando o aclive foi atenuado.
A placa marca 21 km para o limite internacional Argentina/Chile, na estrada que o conduzirá à Copiapó, no Chile (foto acima).
Na subida para atravessar a Cordilheira dos Andes, uma pausa para apreciar os montes nevados (fotos abaixo).
Gelo, e muito frio como atesta a foto abaixo. A bike do aventureiro Werner Hennig comprova sua presença no local.
A placa, a última em território argentino, deseja boa viagem e mostra detalhes turísticos da região (foto à direita).
Todo o esforço do aventureiro é recompensado por esta visão magnífica, que ele registra fotograficamente.
O aventureiro cruza o limite Argentina/Chile, em plena Cordilheira dos Andes, através do Paso de San Francisco (foto acima e à direita).
| E Copiapó, como mostra a foto da placa acima, ainda à 263 quilômetros de distância... |
Será uma longa noite de frio, ao relento e em plena Cordilheira, como mostra a foto à esquerda (onde aparece, além da bike, o saco de dormir do aventureiro).
E pensar que se a casa estivesse aberta (foto abaixo), Werner poderia ter uma agradável noite de sono e recuperar-se para a jornada de amanhã, que promete ser tão difícil quanto a de hoje.

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