Sempre pelo litoral, pela Rodovia Pan-americana o aventureiro reclama do vento (pelo menos estava a favor), frio e tempo fechado. Ele estranha porque já está quase na linha do Equador e o frio não vai embora. É o deserto, Werner..
A "Zona de Arenamento" constante da placa, adverte sobre esse perigo (ventanias com muita poeira) que o aventureiro já conhece muito bem.Ainda na jornada de ontem as fotografou (foto à direita).
Prova disso são as proteções colocadas atrás da casa na foto abaixo. Na verdade a casa é pequena. Grande é a proteção contra o vento.
Na sequência de fotos abaixo o aventureiro tenta explicar o porquê de tantos pneus furados na sua bike: são pedaços de pneus de caminhões, que depois de rompidos, deixam à mostra centenas de pedaços de arame. Esses pequenos pedaços de arame se depositam principalmente no acostamento das rodovias, locais onde frequentemente a bike do aventureiro de desloca para dar passagem aos veículos.
Mais uma vez o aventureiro goza o autor da placa abaixo pela precisão com que indica o início da zona de neblina: exatos 500 metros.
Agora, a aula prática - após ter falado sobre os motivos de tantos pneus furados (veja fotos acima), quase chegando a Nazca, num sol "de arrebantar" como diz, mais um pneu furado.Werner enche o pneu por duas vezes para não ter que trocá-lo na estrada, debaixo daquele "solaço".
O aventureiro normalmente despende de 20 a 25 minutos para trocar um pneu, mas o grande problema é encontrar a causa do furo, ou o famoso arame acima relatado. E às vezes são mais de um e se o pneu for colocada com outro pedaço de arame, lá se vai novamente a câmara.
No borracheiro(foto à direita) a procura pelo arame durou vários minutos, porque o mesmo passou pelo pneu e ficou preso na câmara (foto acima).

Nenhum comentário:
Postar um comentário