O aventureiro continua em Chepes. Ele já havia se organizado para sair perto de 8 horas da manhã, porque a jornada ia ser relativamente curta - cerca de 80 km - sem a necessidade de acordar muito cedo. Entretanto, às 7 horas da manhã começou a trovejar. Temeroso de pegar chuva na estrada, o que traz muitos problemas para o ciclista, além de dificultar a tomada de fotos, desisitiu da viagem. O pessoal da cidade informava que há mais de 6 meses não chovia na região, mas realmente choveu. Segundo a meteorologia, a chuva se prolongaria por todo o dia 17, entretanto à tarde o sol surgiu. Werner reclama dos meteorologistas que o fizeram perder uma tarde de pedalada. Mas o dia não foi perdido, pois ele aproveitou para colocar o material do blog em ordem, transmitindo-o a este correspondente. E ainda sobrou um tempinho para tirar algumas fotos na pequena Chepes.
"À paisana", no dia de folga, o aventureiro
posa em frente a estação da Estrada
de Ferro de Chepes (foto acima)
Hoje o aventureiro aproveitou para se alimentar bem, comendo uma belíssima "pasta", já que quando se acha em viagem praticamente se alimenta de "galletas" (bolachas).
No multicolorido depósito da estrada de ferro abandonado, Werner faz pose (foto abaixo)
Na casa construída em 1922, as pixações que inundam
as construções no Brasil também.
Pichadores, sim, mas com alto senso filosófico...
Mais um adesivo do Rally Dakar no carro
estacionado numa das ruas de

