quarta-feira, 22 de agosto de 2012

19/08 - DE EL PORTEZUELO A PATQUIA

RESUMO DA JORNADA:  Tempo na bike: 7h 12m 26s; Tempo total no relógio: 09h 06m 14s; Velocidade média: 13,9 km/h; Velocidade máxima: 24,8 km/h; Distância total percorrida: 100,32km   Batiento cardíaco médio:  85 - máximo: 106 - mínimo: 54


Rumo à Patquia, a exatos 100 quilômetros de distância pela Ruta 28.

 Atentem para a cor da árvore (foto acima)
e no detalhe do tronco (à direita). Realmente é um verde muito estranho.




Outdoor argentino: a sra. Elia Pizarro, de San Ramon, anuncia seu pão caseiro. O aventureiro não provou o famoso pão da Dna. Elia (foto à esquerda), por falta de tempo.

Nós que sempre buscamos, nunca encontramos.
O aventureiro achou (a placa) La Fortuna (abaixo, à direita).
Casa típica da Ruta 28. Embora modesta, tem seus encantos na foto do Werner (acima).



Registro histórico: hoje 19 de agosto, pela primeira vez o aventureiro teve que trocar a câmara de sua bike em plena estrada. Foram muitos os pneus furados, mas o primeiro na rodovia.


Mostramos os animais soltos na postagem do dia 18/08, mas também fazemos justiça mostrando um outro plantel de cabras devidamente confinados, em Patquia, sem causar riscos aos passantes da Ruta (foto acima).


 Exótica combinação de cores nas casinhas de Patquia. Se algum arquiteto nos acompanha no blog Meu Dakar 2012, poderá dar sua opinião sobre esta amostra arquitetônica captada pelo aventureiro.



 O aventureiro posa em frente a antiga (1913) e bonita igreja de Patquia (foto acima).

Foto postal da cidade: o aventureiro emoldurado
 pelas flores da praça central de
 Patquia (foto à esquerda).



Já à noite, Werner senta na praça central
tentando acessar a internet. Não conseguiu ler nem os emails
de tão lenta que ela é em Patquia.Desistiu e foi dormir que amanhã tem mais...

18/08 - DE CHEPES A EL PORTEZUELO

RESUMO DESTA ETAPA: Tempo de bike: 4h 08m 18s; tempo total de relógio: 6h 02m 10s Média horária: 16,8 km/h; Velocidade máxima: 32,6; Distância total percorrida: 69,91 km;
Batimento cardíaco: médio: 85  máximo: 112 minimo: 59


  
O aventureiro continua revoltado com a hotelaria da cidade de Difunta Correa (ver postagem anterior), pela safadeza de que foi alvo. Em Chepes, procurou o hotel do Automóvel Clube local, que como se sabe tem um padrão de qualidade bastante bom. O preço pedido foi de 195 pesos - por uma quarto em Difunta Correra, cobraram-lhe 200 pesos..
Werner lembrou então que quando naquela cidade, já alojado em hotel local, ao dirigir-se a uma quitanda para comprar frutas, passou por uma central de informações turísticas. Lá externou sua indignação pelo preço cobrado no hotel onde se alojara. A atendente então justificou os altos preços cobrados pela hotelaria local pelo fato de que em Difunta Correa  não haver ladrões, pela eficiência do trabalho da polícia, etc... O aventureiro, rindo, diz que os malfeitores não procuram a cidade em virtude de já existirem ladrões em número suficiente no comércio local... 
A entrada principal do Motel Chepes, onde o aventureiro se hospedou na cidade do mesmo nome.



Resquícios da última campanha eleitoral na Argentina. O aventureiro agora apresenta a terceira candidatura nas eleições de 2011, seguindo assim rigidamente a legislação eleitoral...

Embora com apenas 12 ou 13 casas, a placa
adverte os motoristas de que se
encontram em zona urbana.
A "zona urbana" termina no final da estrada, na foto à direita.

















Cabritos soltos na beira da estrada. Se um desses animais vai para a rodovia, pode acontecer um grave acidente. A população local porém não se preocupa com o fato, pois é comum animais criados sem nenhuma cuidado em cercá-los nas estrdas da região.


O aventureiro se surpreende com a quantidade de latas de energético como a da foto ao lado que encontra nas estradas argentinas. E ele lembra que uma boa parte dos motoristas é educada e por isso não arremessa as latas vazias para o acostamento. Por isso mesmo ele se pergunta quão grande deve ser o consumo desse produto por lá.
Werner comenta que nas proximidades da cidade de Santa Isabel eram centenas as latas jogadas na beira da estrada. 



                                                                              O acesso à cidade de San Antonio
 é muito bem sinalizado: uma placa
celebra o herói local,
 Gal.Juan F. Quiroga (à esquerda) e um
 monumento com estátua equestre reforça a hmenagem (foto abaixo).





 32 km para chegar a Portezuelo, destino da jornada de hoje (18 de agosto).



Chegando à cidade, o aventureiro pergunta a uma senhora já de idade avançada, onde poderia hospedar-se. Ela então recomenda o hotel acima, que por casualidade é de sua propriedade... Evidentemente o aventureiro não iria recusar hospedar-se lá. O preço compensou: 35 pesos, o hotel mais barato de toda a sua atual aventura.

Como fez uma excelente velocidade média neste trajeto (17km/h), o aventureiro Werner Hennig chegou cedo à El Portezuelo e por isso conseguiu mais uma vez ter uma refeição decente (foto acima), livrando-se das famosas "galletas".
Evidentemente o hotel não dispõe de qualquer recurso (baños compartillados, inclusive), mas num posto de gasolina próximo encontrou um hotel com boas instalações (incluído serviço de internet gratuíto e desajuño - café da manhã), ao custo de 50 pesos a diária. Os comerciantes de El Portezuelo são bem mais honestos que os de Difunta Correa.

Depois do banho, o aventureiro fez um passeio para documentar fotograficamente as atrações locais - não encontrou nada mais interessante que a placa "Plaza de los Caudillos" (foto acima).

Para compensar a falta de atrações em El Portenzuelo, o aventureiro exercita seus dotes de fotógrafo no pôr de sol local. A foto foi tirada às 19:07 horas - vejam a luminosidade neste horário em que no Brasil já é noite (foto abaixo).