Ainda em Copiapó, Werner posa, na única foto do dia, ao lado de seu anfitrião, Luis Canalis na feira que recentemente inaugurou em Copiapó, e para a qual a equipe da motoniveladora que deu carona para Werner chegar nesta cidade, preparou a estrada para a vinda dos argentinos.
Werner continua usando o computador apenas para a remessa de vídeos para o Youtube, motivo pelo qual nossas comunicações estão extremamente precárias. Esperamos restabelecer um contato mais eficiente assim que termine as remessas de vídeos.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
DIA 04/09 - EM COPIAPÓ
Na foto abaixo, Werner aponta a vitrine do café em Copiapó,
onde localizou o adesivo do Dakar 2012.
Werner nos conta que apenas hoje, 04 de setembro, conseguiu apanhar seu netbook na oficina, às 16 horas, quando então aproveitou para mandar material dos três dias da travessia da Cordilheira para este correspondente e em seguida deixou o computador enviando vídeos colhidos na travessia para o Youtube.
DIA 03/9 - EM COPIAPÓ
Neste dia 3 de setembro, o aventureiro, ainda em Copiapó, preocupou-se em resolver o problem do computador quebrado.
Resolveu visitar seu amigo Luis, para tentar descobrir por onde começar.
Com o computador na oficina e nenhum compromisso pela frente, resolveu tomar um café em bar local, na companhia de elegante señora (foto à esquerda).
Resolveu visitar seu amigo Luis, para tentar descobrir por onde começar.
Com o computador na oficina e nenhum compromisso pela frente, resolveu tomar um café em bar local, na companhia de elegante señora (foto à esquerda).
Na saída do café, deparou-se com o extravagante cartaz à direita, que fotografou incontinenti.
DIA 02/09 - DE MARICUNGA A COPIAPÓ
RESUMO DO TRAJETO: Problema generalizado no GPS do aventureiro: marcou apenas o tempo de bike no trajeto: 5h 11m 31s
Esta jornada desenvolveu-se em três etapas. O primeiro trecho, de 40 km, o aventureiro o fez de carona com Bernardo. Isto porque Maricunga está a 3.700 metros acima do mar. O aventureiro então teria que pegar alguns morros nos primeiros 20 km, para atingir os 4.500 metros (algo muito parecido com o ocorrido da Gruta até a divisa do Chile com a Argentina (4.700 m)). Como o vento está contrário (do Pacífico para o Atlântico) ele levaria aproximadamente 5 horas para chegar até o topo. Então ele combinou com Bernardo de pegar uma carona até uns 40 km para a frente, até atingir os 4.500 metros de altitude para então pegar a descida para Copiapó.
Como Bernardo e Patricio estavam se dirigindo a Copiapó, combinaram que Werner pedaladaria o que conseguisse e depois pegaria a carona para Copiapó. E foi o que aconteceu.
De dentro da caminhonete, a foto capta a majestosa montanha, que serve de fundo ao lago andino.
Mesmo no deserto, as flores crescem e o aventureiro faz questão de registrar o fato (foto à esquerda e abaixo).

A estrada, o aventureiro, os Andes e as grandes formações de nuvens ao fundo.
Os burricos posam para a objetiva do aventureiro, na beira da estrada (foto à esquerda).
Já no lado chileno dos andes, a placa define a Ruta 31 Ferracci, rodovia que une a Argentina ao Chile através do Paso de San Francisco.
Depois de estar a mais de 3.000 metros de altitude, o aventureiro fotografa a que marca 2.500 mteros
A rede elétrica de alta tensão aparecem ao fundo das modestas residências que, apesar da proximidade, não conseguem captar a energia elétrica que por ali passa. As placas solares (3) ao fundo das casas provavelmente abastecem as residências do mínimo de energia que necessitam
Estrada precária e estreita: as placas pedem que se buzine antes das curvas (foto à direita).
Finalmente em Copiapó, Chile, ainda que de carona na caminhonete do Rodrigo...
Esta jornada desenvolveu-se em três etapas. O primeiro trecho, de 40 km, o aventureiro o fez de carona com Bernardo. Isto porque Maricunga está a 3.700 metros acima do mar. O aventureiro então teria que pegar alguns morros nos primeiros 20 km, para atingir os 4.500 metros (algo muito parecido com o ocorrido da Gruta até a divisa do Chile com a Argentina (4.700 m)). Como o vento está contrário (do Pacífico para o Atlântico) ele levaria aproximadamente 5 horas para chegar até o topo. Então ele combinou com Bernardo de pegar uma carona até uns 40 km para a frente, até atingir os 4.500 metros de altitude para então pegar a descida para Copiapó.
Como Bernardo e Patricio estavam se dirigindo a Copiapó, combinaram que Werner pedaladaria o que conseguisse e depois pegaria a carona para Copiapó. E foi o que aconteceu.
Mais pasagens maravilhosas no roteiro para Copiapó (foto abaixo).
As mineradoras fazem tudo para mostrar que preservam o meio ambiente. Será?
Mesmo no deserto, as flores crescem e o aventureiro faz questão de registrar o fato (foto à esquerda e abaixo).
| O homem é pequeno ante a montanha da Cordilheira dos Andes. |
Os burricos posam para a objetiva do aventureiro, na beira da estrada (foto à esquerda).
Já no lado chileno dos andes, a placa define a Ruta 31 Ferracci, rodovia que une a Argentina ao Chile através do Paso de San Francisco.
Depois de estar a mais de 3.000 metros de altitude, o aventureiro fotografa a que marca 2.500 mteros
A rede elétrica de alta tensão aparecem ao fundo das modestas residências que, apesar da proximidade, não conseguem captar a energia elétrica que por ali passa. As placas solares (3) ao fundo das casas provavelmente abastecem as residências do mínimo de energia que necessitam
Estrada precária e estreita: as placas pedem que se buzine antes das curvas (foto à direita).
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