sábado, 6 de outubro de 2012

02/10 - DE MOQUEGUA A COCACHACRA

RESUMO DA JORNADA: Tempo de bike: 8h 38m 46s; tempo total de relógio: 10h 46m 12s; velocidade média: 14,3 km/h; velocidade máxima: 48,4 km/h; distância total percorrida: 123,92 km 

Ainda na Rodovia Panamericana, até a cidade de Tambo, onde o aventureiro pretendia pernoitar. Como não havia acomodação nessa cidade, seguiu até Fiscal, pouco mais de um quilômetro à frente. Lá também não conseguiu se acomodar, pois o hotel local estava fechado. O jeito foi voltar até Tambo e ali pegar uma estrada secundária parta seguir até Cocachacra.




Ao se preparar para tirara uma foto do hotel onde pernoitara em Moquegua, viu uma senhora abanando e dizendo que queria tirar uma foto com o aventureiro. Ele assim o fez, mas como ela dificilmente terá acesso à internet e o aventureiro não deixou o endereço do blog, infelizmente a Doris não verá sua foto estampada no Meu Dakar 2012.


No Balta Suite, o aventureiro Werner Hennig pernoitou por módicos 40 soles (foto à direita).
A original escultura, uma imagem de Cristo, esculpida numa árvore, mais uma vez enfatiza o espírito criativo dos peruanos. O aventureiro clicou, com a bike na frente e à direita, a peruana com seu chapéu típico.


Um duplo agradecimento em dois portais na saída de Moquegua (fotos acima e abaixo).

Não é para desanimar, mas 1.140 km ainda separam o aventureiro de seu destino final nesta aventura - Lima. 

O aventureiro atravessa a ponte e fotografa também o riacho que faz florescer a paisagem (fotos acima e abaixo).






As flores que teimam em crescer no deserto encantam o aventureiro que tira duas fotos para bem documentá-las (abaixo).




A beleza das montanhas peruanas, praticamente sem vegetação em função do clima desértico da região nas fotos acima e abaixo.




Em Tambo, no colorido restaurante onde o aventureiro parou para pedir informações (foto abaixo). Werner afirma que as flores no teto são artificiais... 

O pequeno mas bonito rio que corta Tambo, humaniza a paisagem desértica, nas fotos acima e abaixo).


Como em Tambo não havia hotel, o aventureiro se vê obrigado a deixar a rodovia Panamericana e pegar uma estrada secundária para chegar a Cocachacra
Chegando em Cocachacra, ao entardecer e recebendo as boas-vindas da cidade.

Casas penduradas  nos morros sem vegetação de Cocachacra. 

A harmoniosa combinação de cores impressiona o aventureiro que fotografa um Hostal fechado há muitos anos (foto acima).

Depois do banho, um passeio pela cidade e a foto em monumento da praça principal de Cocachacra.

Paredes de vime pintado fazem o fundo da foto do aventureiro no jantar que encerra a jornada de hoje.