RESUMO DA JORNADA: Tempo de bike: 8h 38m 46s; tempo total de relógio: 10h 46m 12s; velocidade média: 14,3 km/h; velocidade máxima: 48,4 km/h; distância total percorrida: 123,92 km
Ainda na Rodovia Panamericana, até a cidade de Tambo, onde o aventureiro pretendia pernoitar. Como não havia acomodação nessa cidade, seguiu até Fiscal, pouco mais de um quilômetro à frente. Lá também não conseguiu se acomodar, pois o hotel local estava fechado. O jeito foi voltar até Tambo e ali pegar uma estrada secundária parta seguir até Cocachacra.
No Balta Suite, o aventureiro Werner Hennig pernoitou por módicos 40 soles (foto à direita).
Um duplo agradecimento em dois portais na saída de Moquegua (fotos acima e abaixo).
O aventureiro atravessa a ponte e fotografa também o riacho que faz florescer a paisagem (fotos acima e abaixo).
As flores que teimam em crescer no deserto encantam o aventureiro que tira duas fotos para bem documentá-las (abaixo).
A beleza das montanhas peruanas, praticamente sem vegetação em função do clima desértico da região nas fotos acima e abaixo.
Em Tambo, no colorido restaurante onde o aventureiro parou para pedir informações (foto abaixo). Werner afirma que as flores no teto são artificiais...
O pequeno mas bonito rio que corta Tambo, humaniza a paisagem desértica, nas fotos acima e abaixo).
Como em Tambo não havia hotel, o aventureiro se vê obrigado a deixar a rodovia Panamericana e pegar uma estrada secundária para chegar a Cocachacra
Chegando em Cocachacra, ao entardecer e recebendo as boas-vindas da cidade.
Casas penduradas nos morros sem vegetação de Cocachacra.
A harmoniosa combinação de cores impressiona o aventureiro que fotografa um Hostal fechado há muitos anos (foto acima).
Depois do banho, um passeio pela cidade e a foto em monumento da praça principal de Cocachacra.
Paredes de vime pintado fazem o fundo da foto do aventureiro no jantar que encerra a jornada de hoje.
